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No mundo globalizado estes fatores são de uma enorme importância, pois no mundo inteiro as transformações estão acontecendo e nós temos a necessidade de acompanhar o progresso e também as transformações que dele vier. O fator humano neste início de milênio esta sendo visto como a principal peça de uma organização. Até então era aquela ou outra máquina o patrimônio de uma empresa. Hoje é o HOMEM.
Nos Estados Unidos, ao detectar o surgimento de problemas sérios nos seus
corpos de funcionários, várias grandes companhias contrataram nos últimos
anos equipes de especialistas para ter uma visão mais clara da situação e
para descobrir as origens desses problemas e suas possíveis soluções. O
espectro das questões revelou-se muito amplo: incremento de estado de tristeza
e depressão nos trabalhadores; falta de motivação para o trabalho; alienação
em relação à proposta e às questões da própria empresa; maior dificuldade
de comunicação e de relacionamento entre as pessoas; crises mais freqüentes
de claustrofobia e outros m
edos
por parte de alguns; aumento alarmante de comportamento morais negativos como,
por exemplo, delações maldosas, tendências a fofocas caluniosas e a falar mal
dos outros pelas costas; incremento de sintomas de estresse físico, emocional e
mental. Enfim, todo um quadro de comportamentos anômalos que, para primeira
grande preocupação dos empresários, significava queda na produtividade
individual e grupal. Como conseqüência, queda nos lucros.
Especialistas na psicologia empresarial foram consultados e chegaram as seguintes conclusões::
Foram pedidos a centenas de empregados de um conglomerado de empresas que
desenhassem a si próprios como se sentiam no contexto das organizações. Os
resultados desse teste deixaram os psicólogos simplesmente pasmo: muitos
trabalhadores desenharam a si próprios completamente fora do ambiente de
trabalho, passeando por campos, florestas e praias, praticando esportes, c
aminhando
na rua, vendo televisão; outros fizeram desenhos mais dramáticos, onde
apareciam agrilhoados com algemas ou bolas de ferro atadas aos pés, vestindo
camisas-de-força, ou presos no interior de arapucas e ratoeiras. Mais da metade
dos desenhos revelava, de um modo ou de outro situações de desconforto ou de
alienação em relação ao trabalho da empresa.
Em uma das perguntas para ser respondida levantando a mão: "Quantos de vocês acham que estão ficando loucos?". Metade da audiência levantou a mão.
Decorrente destas observações iniciais foram feitos treinamentos com toda a organização, desde o mais alto executivo aos mais simples operário. Os resultados foram muito acima do esperado, pois foi obtido um grande aumento de produtividade e o mais importante, a participação Feliz dos responsáveis diretos da produção.

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